O Ministério da Ironia adverte: ler o texto abaixo sem entender o dado contexto faz mal à saúde, ao senso de ridículo e à minha reputação gongo-sinclairica. Paródia, meus caros, paródia: é uma palavra mágica. (Assim como dentrifício, que, falado de trás para frente na língua do pê enquanto seu enunciador dá três pulinhos no ar, bate na testa e massageia a barriga ao mesmo tempo, abre o maior canal de comunicação com o Criador, O Princípio de Todas as Coisas, o Onisciente, Onipresente, Onipotente e Tudo o Mais.)
Faaaaalllaaa ae tripulantes ascéticos da grande compreensão da harmonia universal!!!
Putz, sábado teve a mãe de todas as festas, a devastadora de lares e perversora da moral, obstruindo mentes e recopiando o tropel dionísico de outrora; uma antropofagia visceral, flutuações erráticas e irregulares que se imergem no tropel dos mascarados pululentos... enfim, a única, a grandiloqüente, a entorpecente LOUD!; o limbo em que coexistem Morriseys e Morrisons, Stripes e Clashs, Cures e curas para todos os males desse mundo roto e estonteado em suas vibrantes e verdejantes tormentas do porvir. Entrépida trupe: o grupo heterogêneo respira novamente, lá encima vem o barulho do aspirador que limpa o seu belíssimo e único tapete do lusco-fosco lauto e incessante; rotação de ventilador em seu curso psicopositivo e curninérveo, carnaval de concupiscência povoado com ursinhos carinhosos que se metamorfoseam em seres insólitos e despadrados... essa última LOUD! foi a medida de todas as coisas, a cosmogonia da diversão, foi td de bom!
Lilian com duas pessoas que não faço a mínima idéia de quem são, e muito menos ela.